sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Clarice Lispector. BRILHANTE!
É tão difícil falar e dizer coisas que não podem ser ditas. É tão silencioso. Como traduzir o silêncio do encontro real entre nós dois? Dificílimo contar. Olhei pra você fixamente por instantes. Tais momentos são meu segredo. Houve o que se chama de comunhão perfeita. Eu chamo isto de estado agudo de felicidade.
Augusto Cury
Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Carlos Drumond de Andrade
Definitivo
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!! A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!! A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Surpresas da vida!
O futuro é incerto, as escolhas também. Por mais que eu tenha certeza daquilo que é melhor pra mim, quase nunca vai ser o melhor. É como querer chegar em minha casa e andar em uma rua onde posso seguir por muitas direções diferentes, mas interligadas entre si, pois todas levarão ao mesmo proposito, minha casa. E a incerteza é assim, todos sabemos o que queremos para nossas vidas, só não conseguimos compreender o caminho que deve ser tomado para chegar a isso.
A questão não é a de querer ser e não poder, ou nem a de querer ser e não saber o que se quer. A questão é que a vida te propõe muitas maneiras para ser feliz, ou não. Nem sempre o caminho mais curto te leva àquilo que é bom. E nem sempre o que é bom, te fará feliz. Por esse motivo, a vida é realmente feita de escolhas e de surpresas.
Posso escolher ser médica e me dedicar a estudar para passar no vestibular, depois quem sabe passar e por um incrível e complexo instante dessa minha fase, ver que isso não é o que realmente me faz feliz e por fim desistir de tudo. É como dizem, não se nasce sabendo o que vai ser da vida. Mas sabem porque isto é dito as pessoas? Por quê a vida é feita de fases, e o homem na sua essência, busca ser completado a cada instante por algo que lhe dê um prazer imenso e cada uma dessas fases são marcadas por situações e pensamentos diferentes. Um dia você é o chato, ignorante e interessado nos assuntos das aulas de química e física e no outro você é o químico, dono de uma empresa de tintas e solventes. E da mesma maneira com que se tornou esse homem bem sucedido na vida, pode por um instante ver que isso não te completa. E então tudo passa por uma remodelagem e com isso a mudança vem à tona, e a vontade de ser uma nova pessoa e ter um novo emprego, também.
É sempre bom pensar, naquilo que você quer para o seu futuro, mas não se preocupe em não ter certeza disso. Apesar das surpresas, sempre acabamos descobrindo das melhores coisas da vida!
A questão não é a de querer ser e não poder, ou nem a de querer ser e não saber o que se quer. A questão é que a vida te propõe muitas maneiras para ser feliz, ou não. Nem sempre o caminho mais curto te leva àquilo que é bom. E nem sempre o que é bom, te fará feliz. Por esse motivo, a vida é realmente feita de escolhas e de surpresas.
Posso escolher ser médica e me dedicar a estudar para passar no vestibular, depois quem sabe passar e por um incrível e complexo instante dessa minha fase, ver que isso não é o que realmente me faz feliz e por fim desistir de tudo. É como dizem, não se nasce sabendo o que vai ser da vida. Mas sabem porque isto é dito as pessoas? Por quê a vida é feita de fases, e o homem na sua essência, busca ser completado a cada instante por algo que lhe dê um prazer imenso e cada uma dessas fases são marcadas por situações e pensamentos diferentes. Um dia você é o chato, ignorante e interessado nos assuntos das aulas de química e física e no outro você é o químico, dono de uma empresa de tintas e solventes. E da mesma maneira com que se tornou esse homem bem sucedido na vida, pode por um instante ver que isso não te completa. E então tudo passa por uma remodelagem e com isso a mudança vem à tona, e a vontade de ser uma nova pessoa e ter um novo emprego, também.
É sempre bom pensar, naquilo que você quer para o seu futuro, mas não se preocupe em não ter certeza disso. Apesar das surpresas, sempre acabamos descobrindo das melhores coisas da vida!
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Seria a verdade um conceito relativo?
Eis que surge então a verdade de todos e a verdade de cada um.
Todos nós buscamos a "verdade". Cada um com seus costumes e crenças.
Alguns por exemplo acreditam que é necessário ver para crer e outros o contrário, crer para então poder enxergar as coisas.
Isso se releva muito em relação a verdade, pois as vezes não estamos dispostos a acreditar que isso ou aquilo existe, sendo assim, não enxergaremos nem mesmo ao próximo. E isso se seria uma coisa imoral. Onde o homem acabaria por criar leis que beneficiariam apenas a ele, e consequetemente acabaria por esquecer aquele que ao seu lado está.
É claro que estamos todos interligados em pontos que são sustentados por atitudes que vão depender de todos (em conjunto), algo invisível, digamos que um alicerce. O ser humano na sua essencia e complexidade aceita a opinião que se é formada pelo outro e as vezes acaba esquecendo-se daquilo que é seu, ou seja seu senso comum. E todos sabemos que o senso comum não é uma coisa comprovada, então acabam indo para o lado científico da coisa. Esquecem até mesmo que Deus existe, e que basta fechar os olhos em relação a ele, que o Mundo vira um caos.
É claro que não se tem certeza se ele realmente existe, mas de onde viemos então? Tudo isso faz parte da verdade que mora dentro de cada um. Se observarmos e relevarmos todas as coisas que existem na Terra, ficariamos então... Sem resposta!
E assim será, até morrermos. Pois quando quando isso acontecer, vamos descobrir então para onde iremos de verdade. E o lado ruim é que nunca poderemos provar isso a ninguém, pois quem morre nunca voltará para contar o que aconteceu. Ou será que volta em outra reencarnação?
Infelizmente são só suposições e cabe a cada um de nós escolhermos em que acreditar.
Todos nós buscamos a "verdade". Cada um com seus costumes e crenças.
Alguns por exemplo acreditam que é necessário ver para crer e outros o contrário, crer para então poder enxergar as coisas.
Isso se releva muito em relação a verdade, pois as vezes não estamos dispostos a acreditar que isso ou aquilo existe, sendo assim, não enxergaremos nem mesmo ao próximo. E isso se seria uma coisa imoral. Onde o homem acabaria por criar leis que beneficiariam apenas a ele, e consequetemente acabaria por esquecer aquele que ao seu lado está.
É claro que estamos todos interligados em pontos que são sustentados por atitudes que vão depender de todos (em conjunto), algo invisível, digamos que um alicerce. O ser humano na sua essencia e complexidade aceita a opinião que se é formada pelo outro e as vezes acaba esquecendo-se daquilo que é seu, ou seja seu senso comum. E todos sabemos que o senso comum não é uma coisa comprovada, então acabam indo para o lado científico da coisa. Esquecem até mesmo que Deus existe, e que basta fechar os olhos em relação a ele, que o Mundo vira um caos.
É claro que não se tem certeza se ele realmente existe, mas de onde viemos então? Tudo isso faz parte da verdade que mora dentro de cada um. Se observarmos e relevarmos todas as coisas que existem na Terra, ficariamos então... Sem resposta!
E assim será, até morrermos. Pois quando quando isso acontecer, vamos descobrir então para onde iremos de verdade. E o lado ruim é que nunca poderemos provar isso a ninguém, pois quem morre nunca voltará para contar o que aconteceu. Ou será que volta em outra reencarnação?
Infelizmente são só suposições e cabe a cada um de nós escolhermos em que acreditar.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Como é que se escreve?
Acento, vírgula, travessão, hífen, aspas, ponto final, reticências, dois pontos, ponto e vírgula, enfim... "Para que serve tudo isso e onde vou usá-los?"
Essa é a pergunta que os alunos fazem quando os professores unem o útil ao desagradável para ensinarem as regras básicas da gramática. Eles se sentam e levantam da cadeira umas mil vezes, tentando compreender as tantas regras que a língua portuguesa abrange. Desde pontuações, a maneira como encaixar a vírgula diante das frases e até mesmo a acentuação correta das palavras.
Então quando se realmente é compreendido isto, os alunos vão para o ensino médio, onde passam a fazer redações usando a criatividade e as interligando com os dias atuais. E eles descobrem a importância de todo esse doloroso tempo de aprendizado. Pois com isso, aprendem a moldar as palavras como se fossem uma massinha de modelar, encaixando-as nos espaços vazios não só dos textos mas da sua própria vida pessoal. Aprendem a fazer bom uso da linguagem coloquial, seja pra tornarem-se o político honesto que nunca no mundo existiu, ou até mesmo para ganhar o coração da garota dos olhos azuis mais linda do segundo grau. Aprendem que as redações em que se usa o dom da criatividade os fazem mudar e evoluirem como seres humanos. Apredem que tudo aquilo que de certa forma leva um bom tempo para compreender, os faz terem um futuro brilhante, seja como doutores, ambientalistas, biólogos, sociologos, advogados, engenheiros, etc. Pois o bom uso das palavras, e o poder da escrita podem não só oprimir e libertar, alegrar e entritecer, mas transformar o caminho interior e exterior que deve ser seguido por você.
E mesmo que você não venha a se tornar um grande escritor, que todos os dias deve ler artigos sobre as mudanças da escrita, com toda certeza ainda as usará. Então leve a sério todos os ensinamentos que seus prefessores insistem em lhes ensinar todos os dias, procure se aperfeiçoar naquilo que é essencial para seu futuro. E busque sempre a melhor maneira de se beneficiar com algo, mesmo que não te dê prazer. O prazer estará em saber verbalizar os seus sentimentos e emoções. Fazendo com que as coisas se tornem mais fáceis tanto pra você quanto para aqueles que o rodeiam.
Essa é a pergunta que os alunos fazem quando os professores unem o útil ao desagradável para ensinarem as regras básicas da gramática. Eles se sentam e levantam da cadeira umas mil vezes, tentando compreender as tantas regras que a língua portuguesa abrange. Desde pontuações, a maneira como encaixar a vírgula diante das frases e até mesmo a acentuação correta das palavras.
Então quando se realmente é compreendido isto, os alunos vão para o ensino médio, onde passam a fazer redações usando a criatividade e as interligando com os dias atuais. E eles descobrem a importância de todo esse doloroso tempo de aprendizado. Pois com isso, aprendem a moldar as palavras como se fossem uma massinha de modelar, encaixando-as nos espaços vazios não só dos textos mas da sua própria vida pessoal. Aprendem a fazer bom uso da linguagem coloquial, seja pra tornarem-se o político honesto que nunca no mundo existiu, ou até mesmo para ganhar o coração da garota dos olhos azuis mais linda do segundo grau. Aprendem que as redações em que se usa o dom da criatividade os fazem mudar e evoluirem como seres humanos. Apredem que tudo aquilo que de certa forma leva um bom tempo para compreender, os faz terem um futuro brilhante, seja como doutores, ambientalistas, biólogos, sociologos, advogados, engenheiros, etc. Pois o bom uso das palavras, e o poder da escrita podem não só oprimir e libertar, alegrar e entritecer, mas transformar o caminho interior e exterior que deve ser seguido por você.
E mesmo que você não venha a se tornar um grande escritor, que todos os dias deve ler artigos sobre as mudanças da escrita, com toda certeza ainda as usará. Então leve a sério todos os ensinamentos que seus prefessores insistem em lhes ensinar todos os dias, procure se aperfeiçoar naquilo que é essencial para seu futuro. E busque sempre a melhor maneira de se beneficiar com algo, mesmo que não te dê prazer. O prazer estará em saber verbalizar os seus sentimentos e emoções. Fazendo com que as coisas se tornem mais fáceis tanto pra você quanto para aqueles que o rodeiam.
Assinar:
Postagens (Atom)
Aquilo que sou, não é aquilo que você vê...
- May Búrigo
- Siderópolis, Santa Catarina, Brazil
- Mergulho então nas profundezas da minha alma e tudo parece estar no seu devido lugar: os sentimentos confusos, as gargalhadas que se escondem e estão loucas pra sair, o amor que nunca para de crescer, o amadurecimento contínuo e a esperança de que um dia eu possa desfrutar de tudo isso sem ter medo da minha própria loucura... Acreditar que somos aquilo que pensamos ser ou aquilo que as pessoas dizem, não é o certo. Ninguém sabe quem realmente é, até mesmo quando nossas mãos acompanham nossos pensamentos, não se sabe explicar. Sou aquilo que inventei, aquilo que deixo-me ser, sem medo... Apenas, sou!